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Conselhos

O Administrador precisa da ajuda dos moradores
16-9-2001 17:03
Impossível seria, numa edificação, ouvir-se a todos a qualquer instante que se tenha que tomar uma decisão de maior ou menor relevância. A quem deveria recorrer uma parte interessada? Ou, a quem deveria a justiça intimar ou ouvir nas questões que envolvem o condomínio quer como réu ou autor? A todos individualmente?
De tal sorte que a lei, sabiamente, determina que, periodicamente, os condóminos elegerão um Administrador, que os representará para cumprir todas as exigências legais que atinjam o condomínio como unidade. Além disso, dar seguimento á vontade da maioria, expressa nas votações em Assembleias Gerais.
Mas, que estranho fascínio exerce sobre as pessoas o facto de terem eleito o Administrador? Quais as diferenças que marcam o eleito e os que elegeram? Facto é que iniciam-se aí longos e intermináveis conflitos entre as partes.
Talvez o proprietário, investido de um poder que não pretendia ou não estava preparado, torna-se um pseudo "senhor feudal". Ou talvez o despreparo dos demais co-proprietários logo após a eleição que caracterizou a diferenciação, gere uma insatisfação resultando numa injustificada falta de cooperação mútua.
Assim, proprietários e inquilinos, dividem as "agruras" da convivência em comunidade. Dentro desse contexto realizam-se as reuniões que decidem os rumos da administração dos edifícios.
O descontentamento com a conjuntura social, política e sobretudo económica canaliza para essas sessões, discussões e posicionamentos que em nada engrandecem ou contribuem com o objecto principal das mesmas: a boa administração do condomínio. Obviamente esse clima tenso e contraproducente foi esvaziando as reuniões, os moradores quando podem, evitam de comparecer às Assembleias Gerais.
O Administrador, esse morador, vizinho, que eleito pela maioria, abnegadamente, trabalha pela comunidade, abdica de algumas horas de seu tempo de lazer ou do convívio com a família para dedicar-se ao interesse comum. Colhe como recompensa, muitas vezes, somente críticas e incompreensão, resultado da falta de entendimento dos demais moradores, de que seus direitos terminam, onde começa o dos demais.


Como vencer ou reverter esse quadro?
Talvez comecemos a perceber que o debate com civilidade e a aceitação da vontade da maioria, mesmo quando divergente da nossa, faz parte de um processo democrático sadio e que consolida a evolução e o progresso de que a nação necessita , e cujo exemplo inicia-se dentro de casa. Devemos compreender que somente será possível alcançar a harmonia na vida em condomínio, quando o esforço em favor do bem comum for despendido por todos que a ele pertencem.

Leituras: 2309  
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