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Manutenção preventiva é sempre a melhor solução
terça-feira, 1 de Dezembro de 2015 | 15:43   lida: 1828 vezes

Notícia
“Como mais vale prevenir que remediar”, mandam as regras da boa gestão de um condomínio que nesta altura do ano, pautada por “recomeços”, se faça uma inspeção aos edifícios e se assegurem as intervenções que podem mais tarde poupar muitas dores de cabeça.

A manutenção preventiva de um edifício é sempre vista de ângulos diferentes dependendo de quem analisa a questão: o administrador do condomínio ou os condóminos. Se o primeiro coloca esta ação no topo da hierarquia das tarefas a cumprir, sobretudo quando o verão esmorece e o outono já se faz anunciar, os segundos encaram a iniciativa como mais um “ataque” às suas finanças que em tempo de “regressos” anunciados estão já a caminho dos “cuidados intensivos”.

As anomalias nem sempre estão à vista. As infiltrações, em resultado de fissuras causadas pelo calor abrasador da época estival, ainda não se fizeram anunciar, o bolor e o cheiro a mofo ainda não “regressaram” das férias para dar um ar da sua graça “aromatizando” o ambiente, o teto ainda não tem manchas amarelas de humidade, porque as telhas partidas, em resultado das muitas horas de exposição ao sol do verão, ainda cumprem a sua função e para os condóminos esta manutenção preventiva não só é desnecessária como é vista como uma tentativa do condomínio gerar mais despesas ou aumentar a quota mensal.

Contudo, “como o seguro morreu de velho e a dona prudência foi ao funeral”, o custo de não realizar esta intervenção pode acabar bastante inflacionado quando os problemas se começarem a relevar em toda a sua magnitude. Após um inverno em que a chuva, o vento e todos os demais elementos fustigaram os edifícios, e no rescaldo de um verão com temperaturas extremas, em que os materiais são expostos a amplitudes térmicas muito elevadas, com picos de calor durante o dia e um arrefecimento noturno acentuado, é normal que as estruturas acusem o desgaste, dilatando-se ou comprimindo-se, com todas as consequências inerentes a esses movimentos.

Como nota, referimos que 70% das telas de isolamento quebram ou fissuram no verão e que 65% dos muretes e alvenarias sofrem do mesmo mal na mesma altura do ano. A juntar aos efeitos da canícula, os ventos e detritos em circulação no ar, quando o outono se instala, vão-se depositando em caleiros, sumidouros e chaminés entupindo estas estruturas e impedindo o seu correto funcionamento. Outro fenómeno muitas vezes esquecido tem a ver com os ninhos que são feitos nas coberturas, e que já foram identificados como a causa de entupimentos de tubos, mas também de queda e fraca respiração de chaminés.

Por todos estes factos, e mais alguns, nesta altura do ano é extremamente recomendável uma vistoria técnica de avaliação do edifício, seguida de uma intervenção corretiva e preventiva nos meses de setembro e outubro. Esta análise, que deve incidir em alguns pontos-chave dos edifícios, tais como a cobertura, deverá dar especial atenção a telhas partidas, à matriz do telhado, aos pendentes e detritos em caleiros e drenos, à análise de chaminés e tubos de queda verticais (sugerimos o uso de sonda vídeo), assim como também deverá ser assegurada uma vistoria aos muretes, consolas e telas de ambas as zonas.

Também as garagens devem ser incluídas nesta inspeção, pois é neste local que normalmente estão as curvas e condutas de águas pluviais que podem entupir dando origem a inundações e às imagens demasiado frequentes no outono e inverno de carros a “boiar” em espaços com água quase até ao teto. Por fim, também os sistemas de drenagem com grupo hidropressor devem ser vistoriados com o objetivo de remover águas das zonas de garagens ou de linhas freáticas e alvo de cuidada manutenção para evitar a falha destes sistemas que são fundamentais para que as zonas de garagem, ou garagem em boxes, não fiquem saturadas ou alagadas após forte pluviosidade.

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